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8 de fevereiro de 2011

As Problemáticas ruas de Forteleza

Ao trafegar pela cidade, os fortalezenses têm uma missão pela frente: desviar de buracos instalados em todas as áreas de Fortaleza. Reclamações são frequentes. A Cagece e a Prefeitura Municipal de Fortaleza criaram um Grupo de Gestão de Acompanhamento de Obras, com a finalidade de seguir passo a passo as etapas das obras para melhorar a malha viária. A população espera, ano a ano, que essa problemática seja solucionada para que acidentes, prejuízos e aborrecimentos sejam evitados.
A presidente do Sindicato dos Engenheiros do Ceará (Senge-CE), Thereza Neumann Santos, realizou um trabalho de observação das vias públicas de Fortaleza e explica que após intervenção no Sistema de Água e Esgoto para implantação de novas ligações, na maioria das vezes, a pavimentação das vias não atende mais o padrão de qualidade anterior.
Thereza Neumann analisou passo a passo o serviço da Cagece. Ao observar o início das obras em vias públicas, viu que sobravam pedras após o término do trabalho, o que sugeria espaço na pavimentação. Segundo ela, a maior causa da danificação do asfalto é a falta de compactação das camadas anteriores a ele. “É preciso haver a compactação desde a base, com areia ou piçarra e as pedras de maneira uniforme. Na maioria dos locais isso não é feito, sobra espaço, e se a vala não estiver totalmente compactada o asfalta começa a ceder quando os carros passam ou há chuvas fortes. Quando a via já está desgastada, a água entra nas camadas dessas aberturas.”
A engenheira explica que durante a sua pesquisa, outros problemas foram detectados oriundos de implantações e deficiência na manutenção no sistema de drenagem de águas pluviais, que é de responsabilidade da Prefeitura Municipal de Fortaleza.
Intervenção do Sistema
de Água e Esgoto
Para implantação de nova ligação do sistema de água e esgoto, Thereza Neumann diz que na abertura de valas ocorre a retirada de pedra da pavimentação. Ela observou que não houve reposição de material complementar. Sobrou pedra e areia. Segundo a engenheira, dessa forma, o trecho da intervenção não atende mais ao padrão da via, pois há ausência de compactação da pavimentação, ocasionando irregularidades. “Isso ocasiona depressão e lombada na área de intervenção, fissura nas bordas das valas, desgaste da camada asfáltica e fugas no sistema de rede de água ou esgoto,” explica Thereza.

Casos de viroses lotam emergências na Capital

Foto Georgia Santiago
Sem conforto, sentando em uma dura cadeira, Caio Nascimento, 6, toma soro na veia no Hospital Distrital Gonzaga Mota de Messejana para aliviar o mal-estar. Com dores no corpo, vômitos e muita indisposição, o garoto apresenta o diagnóstico da maioria dos 500 pacientes que diariamente procuram o pronto-socorro. Conforme a diretoria, mais que dobrou a demanda neste último mês. Entretanto, a situação da lotação não é exclusiva dos hospitais públicos, os privados estão trabalhando acima da capacidade.
Reclamando da demora no atendimento no Hospital da Unimed, a secretária, Luana Amorim, 29, esperou mais de quatro horas para ser recebida por um médico a fim de tentar estabilizar a febre, segundo ela, de 39 graus do filho de apenas dois anos. Ela critica a superficialidade da consulta e do diagnóstico, a dificuldade em realizar exames e a falta de estrutura médica. "É quando a gente fica doente que percebe, na pele, a precariedade dos serviços de saúde tanto nas emergências públicas quanto nas privadas", critica a secretária.
Confirmando a saturação, o gerente de emergência do Hospital da Unimed, em Fortaleza, George Alberto Saboia, afirma que fica difícil manter um mesmo padrão de qualidade com os corredores lotados. "Aumentamos, de dezembro para cá, com as viroses e os casos de dengue, 25% no número de atendimentos. São mais de 850 por dia. Se antes um médico atendia quatro doentes em uma hora, hoje tem que cuidar de oito ou mais. Fica inviável", ressalta. A reportagem tentou entrar no hospital, mas foi autorizada.
Fora o estresse da espera, há também os riscos de se ficar muito tempo em uma emergência médica tendo que se expor à diversas outras doenças, afirma o direto clínico do "Gonzaguinha" de Messejana. Para ele, o ideal é que as pessoas tentem repousar em casa quando o quadro da doença não apresentar complicações, como febre alta, vômitos e dores muito persistentes. "Ficar em uma emergência não é muito bom, às vezes o paciente pode ficar mais doente ainda. Há que se ter cautela na decisão de vir ao hospital. Muitas viroses podem ser tratadas com repouso apenas. Entretanto, crianças e idosos precisam de atenção redobrada", frisa o diretor Silvio Carlos.
Cuidados
Temerosa de ficar doente como o pai, internado no Hospital "Gonzaguinha" de Messejana, a recepcionista, Fabiana Sousa, 29, evita entrar em contato com os internados e não tocar nas paredes e portas do pronto-socorro. "Vou acabar ficando doente também. A emergência está lotada, todo mundo passando mal e reclamando do atendimento ruim", afirma.
A recepcionista aponta também a demora para realização e recebimento de exames de sangue; já eram 16 horas e ela ainda estava no aguardo de um teste feito às 11 horas. No começo da tarde de ontem mais de 60 esperavam atendimento na recepção. "É só um médico para esse mundo de gente", criticava o vendedor Paulo Alberto, 23.
Para o diretor administrativo do Hospital da Criança, no Montese, João Bosco Luna, o mais complicado de toda essa "onda" de viroses é a dificuldade em fazer a triagem dos casos mais graves e daqueles que podem ser dengue. Por dia, a entidade atende mais 120 crianças, sendo, segundo ele, mais de 80% com sintomas de virose.
"No meio de todos esses casos temos que investigar individualmente os que podem se complicar a fim de tratá-los com mais atenção. Temos tido muitos doentes com dengue aqui", ressalta o diretor afirmando que, neste mês, houve aumento de 100% nas consultas. Ontem, 28 estavam hospitalizados. Fortaleza conta com 449 casos confirmados de dengue.
Reclamações
Lotação e espera
"Cheguei à emergência eram 12 horas, já são 17 horas e nada de eu ser atendida aqui no Gonzaguinha da Messejana."
Francisca Célia Souza
34 anos
Doméstica
"Estou com muita dor de cabeça e vômito. A gente pensa que vai morrer e nunca mais vai ficar bom. Virose é muito ruim."
Rogério Fernandes
19 anos
Vendedor
"O pior é ter que enfrentar uma longa espera só pro médico olhar para a tua cara, não fazer um exame e pronto, acabou."
Paulo Victor da Silva
23 anos
Vendedor
CONSTATAÇÃO
Diagnóstico para apontar casos graves
Em meio à tantos casos de virose, o diagnóstico mais preciso se faz importante para apontar quando o caso é uma simples gripe ou a dor no corpo aponta para a dengue, afirma a pneumologista e presidente da Sociedade Cearense de Pneumologia, Filadélfia Passos. "Estamos vivendo uma epidemia em Fortaleza de viroses. Todos os hospitais estão lotados e muita gente debilitada. Nem tudo é virose, pode ser dengue, daí ter que se fazer hemograma", ressalta.
Para ela, há dois tipos principais de viroses atingindo a população: uma que mostra o sintoma de "moleza", dor no corpo e coriza e outra mais agressiva que apresenta diarreia e vômito. Conforme a pneumologista, os médicos têm que usar do bom sendo no diagnóstico e no tratamento. "Às vezes o vômito pode ser uma infecção estomacal. Entretanto, nos casos mais comuns de virose, os doentes costuma ficar bons em até quatro dias, caso tomem as devidas recomendações e mantenham repouso completo", frisa.
Insegura
A consultora de telemarketing, Dayciane Lima, 18, levou o filho de apenas quatro anos para a emergência hospitalar independente do quadro ser ou não de dengue. Entretanto, ela ficou insegura do médico que atendeu o garoto não o encaminhado para realizar exames de sangue. "Pela grande lotação, as consultas são muito rápidas, os especialista dizem as mesmas coisas, passam o remédio e mandam a gente voltar para a casa. E se for dengue mesmo?", questiona consultora.
No casos dos três hospitais - da Criança, Unimed e "Gonzaguinha" de Messejana - os diretores afirmam ter controle sobre os possíveis casos de dengue, fazendo monitoramento e comunicando os casos à Secretaria Municipal de Saúde. Uma portaria do Ministério da Saúde obriga a notificação de casos graves e morte em até 24 horas.
Para a pneumologista Filadélfia Passos, falta, entretanto, mais rigor e comprometimento dos hospitais. "A superlotação não devia ser desculpa para a superficialidade do atendimento, mas acaba sendo. A carga de trabalho dos médicos tem sido muito grande. Só eu atendi 40 pacientes em um dia", frisa.
No caso da virose gástrica - mais comum no último mês - os principais sintomas são: vômito, diarreia (fezes líquidas com cheiro forte), febre, dores abdominais e dores de cabeça. Esses podem passar em até cinco dias.
O tratamento é sintomático, ou seja, o médico prescreve medicamentos para amenizar os sintomas - antitérmicos, antieméticos (náuseas e vômitos) e reconstituidores da flora intestinal. É importante ainda o uso de soro para evitar desidratação. Para a prevenção, se faz necessário lavar as mãos, principalmente, após utilizar o banheiro e antes de se alimentar.
Fonte:Diário do nordeste

Água de comer

Muitos alimentos são compostos essencialmente de água e podem ajudar na hidratação diária
Água é essencial para o bom funcionamento do organismo, manutenção da temperatura corporal e até para beleza. “Devemos ingerir de 1,5 a 2 litros de líquidos por dia, por meio da ingestão de água, água de coco, sucos ou chás. Essa quantidade pode variar de acordo com o metabolismo de cada pessoa, a prática de atividades físicas, temperatura do ambiente e tipos de alimentos ingeridos”, diz a nutricionista Bruna Murta, da Rede Mundo Verde.
Você acha difícil andar com uma garrafinha por aí? Pois saiba que certos alimentos podem contribuir para sua boa hidratação. “A quantidade de líquido pode diminuir de acordo com a ingestão de alimentos com alto teor de água”, explica a nutricionista.
A idéia, então, é acrescentar ao cardápio frutas, verduras e legumes crus, naturalmente ricos em água. Esses alimentos hidratam e facilitam o trabalho dos rins, que eliminam a retenção de líquidos com eficiência.
Entre eles estão alface (95% de água), chuchu (95%), pepino (95%), rabanete (95%), nabo (94%), tomate (94%), couve-flor (92%), melancia (92%), melão (90%), abacaxi (87%), maçã (86%), cenoura (86%), goiaba (86%), clara de ovo (75%), banana (74%).
Além de contribuir com a hidratação eles têm poucas calorias, colaborando para manutenção da boa forma. E o melhor: os alimentos com grande quantidade de água podem ajudar a combater a celulite.
Um estudo realizado pelo dermatologista americano Howard Murad, autor do livro A Solução para Celulite, diz que hidratação é importante para tratar o problema. Mas, mais eficaz do que beber oito copos de água por dia, seria a ingestão desses alimentos.
Isso porque, segundo o especialista, as células são capazes de absorver melhor a água contida nos alimentos, principalmente aqueles ingeridos crus, como frutas e verduras. Assim, com o organismo bem hidratado, o problema que atormenta as mulheres seria minimizado

6 de fevereiro de 2011

Jogador do Corinthians morre ao reagir a um assalto

O meia William Morais (foto), do Corinthians, que estava emprestado ao América-MG, foi morto na madrugada deste domingo (7), na região da Pampulha, em Belo Horizonte. O jogador, de apenas 19 anos, ao sair de uma festa, teria reagido a um assalto, levado um tiro no tórax e falecido imediatamente.
O corpo do atleta foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames de rotina. A ocorrência foi encaminha à Seccional Noroeste, no bairro Alípio de Melo, na região norte da capital mineira. A diretoria do clube está no local para tomar as medidas necessárias.
Mineiro e, principalmente, do Brasileirão de 2011. O meia atuou na partida de estreia no estadual, diante do Uberaba, em Varginha. Neste fim de semana, o Coelho está de folga na tabela e só voltará a jogar no próximo domingo, contra o Ipatinga, às 17h (de Brasília), na Arena do Jacaré.
Três suspeitos já foram detidos e reconhecidos por uma testemunha. Todos eles já tinham passagens anteriores pela polícia.

Parque das Crianças está tomado pelo lixo

FOTO:ALEX COSTA
"Foi nesse Parque que eu pedi a mão da minha esposa em casamento. Bem ali, debaixo daquela estátua do cupido", relata, cheio de recordações, o aposentado Marcílio Sydney, 64. Ele relata a história sem esconder sua decepção pelo que se transformou o local. "Esse parque era lindo. Agora veja como está: totalmente destruído, sem administração. Não sei o que houve que não cuidam mais daqui. Está abandonado pelas autoridades. Mendigos, ladrões e drogas, é só o que tem".
O Lago do Amor, uma das principais atrações do Parque das Crianças, está repleto de lixo. Os patos e gansos que restaram têm que disputar espaço com garrafas e sacolas plásticas. Segundo populares, quando chove o lago transborda deixando tudo alagado. Sem falar nos moradores de rua. De dia eles são vistos dormindo nos bancos e nas partes cobertas, mas é durante a noite que eles aparecem em maior quantidade, levando insegurança aos usuários. Entre eles, porém, a reclamação é a mesma, de descaso da Prefeitura com o espaço.
"Essa parque está uma calamidade, não tem condições de nada. Basta ver a estrutura, está todo sujo, tem fezes, tem tudo. A gente observa que não é só aqui, é a cidade toda. O lixo tomou conta de tudo", diz o cozinheiro Emanuel do Nascimento, 38, que há dez anos peregrina pelas ruas de Fortaleza.
Opinião diferente tem o engraxate Cristiano Lima, 32, que dormia no local. "Tem várias pessoas para cuidar, mas os usuários sujam. Não concordo que está mal cuidado, a única coisa que tem sujo aqui é esse lago, que está cheio de lixo".
A gari Maria de Fátima Oliveira de Lima, 63, uma das responsáveis pela limpeza do local, reclama da enorme quantidade de gatos abandonados. "Todo santo dia, de segunda a sexta-feira, estou aqui fazendo a limpeza. O parque está acabado, cheio de gatos. É uma imundície, um fedor enorme. Aqui não é local de colocar gato. É até perigoso a gente pegar uma doença", se queixou, colocando comida para os pombos.
"Faz tempo que não venho por aqui. Trouxe a minha filha para uma consulta no Centro e resolvemos parar para fazer um lanche. Está uma sujeira só, até para trazer uma criança para brincar não tem condições", afirma a dona de casa Vanda de Oliveira Alcântara, 27. Ela disse que nas proximidades do lago é o local mais crítico. "Eu ia sentar com ela para lanchar, mas quando senti o fedor saí da mesma hora. Está muito sujo".
Providências
De acordo com a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) cerca de 45 pessoas utilizam o Parque da Criança como ponto de apoio. A Prefeitura de Fortaleza, através da Semas, Secretaria dos Direitos Humanos (SDH), Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e Secretaria Executiva Regional do Centro (Sercefor), realizou abordagem à população em situação de rua que habita o Parque da Criança.
Durante a abordagem, a Semas constatou que uma parte da população em situação de rua já estava cadastrada junto à Secretaria, tendo sido encaminhada para o Espaço de Acolhimento Noturno.
No local, estavam crianças, adolescentes, mulheres e homens adultos. As crianças e adolescentes estão sob acompanhamento da SDH.
Já o Consultório de Rua realizou oficina de redução de danos. Nesta quinta, 3, foi realizada outra abordagem de rua para dar continuidade aos encaminhamentos necessários nas políticas de Assistência Social, Saúde e Direitos Humanos.
De acordo com a Sercefor, devido as fortes chuvas parte do muro de arrimo - de contenção do Lago do Amor, caiu, derrubando a laje.
Para reparar os danos, o restante da laje será derrubada para que seja refeita. Além disso, o lago será limpo. A assessoria de imprensa assegura que os serviços já foram autorizados e iniciam ainda essa semana.

Fonte:Diário do norteste

Cagece libera trecho da Antônio Sales

A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) vai liberar, neste domingo, até o final da tarde, para tráfego de veículos, o trecho na esquina da Avenida Aguanambi com Avenida Antônio Sales.
As obras integram o macrossistema de esgoto iniciado em março do ano passado. A obra beneficiará diretamente 235 mil pessoas, em 20 bairros, em Fortaleza. Serão assentadas tubulações de grande porte (que variam de 400 mm a 1.200 mm), somando cerca de 16,9 quilômetros de extensão.
A obras estão recebendo um investimento total no valor de R$ 64.306.966,88, sendo parte (R$ 54.191.988,05) pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e parte (R$ 10.114.978,83) pelo Governo do Estado do Ceará.
Fonte O POVO Online

Buracos invadem vias do conjunto Ceará

A sensação de entrar na avenida D, a primeira do Conjunto Ceará de quem tem o acesso pelo bairro Parque Genibaú, faz parecer que estamos sendo conduzidos numa máquina do tempo. A pista apresenta, em menos de 15 metros, três crateras formadas pela frouxidão das pedras de paralelepípedo, pegando praticamente as duas vias. Mesma situação descrita pelos moradores nos anos 1980.
A cada veículo que transita, piora ainda mais o problema. “Está com bem seis meses que a Prefeitura esteve aqui, bateu foto e não fez mais nada”, reclama a vendedora Vanderlice Silva Alves, 39, que trabalha numa loja em frente a um dos buracos. Ela acredita, inclusive, que as aberturas afastam seus clientes. “Eles têm medo de parar o carro e serem ‘presenteados’ com uma pedrada”. Isso porque com a passagem dos carros, as pedras são jogadas para a calçada.

Poucos metros à frente, assim que se dobra no cruzamento com a avenida B, os carros podem ter uma surpresa: é preciso fazer a conversão à direita pegando a contramão. Isso por conta de outro buraco que invade a avenida. Logo mais à frente, é preciso reduzir – muito – a velocidade porque as pedras estão soltas nas duas passagens da avenida. A aposentada Margarida Cavalcante, 65, já presenciou alguns acidentes com motos. “Uma cunhada minha quase foi atropelada e ela estava no canteiro central”, recorda.

Cada uma das avenidas visitadas no bairro é passagem para, pelo menos, uma linha de ônibus. No cruzamento da avenida B com a Ministro Albuquerque Lima, conhecida como Central, a situação é ainda pior. A área é trânsito para três linhas de ônibus e é morada para um buraco que cresce constantemente. A própria população recolhe as pedras soltas e as colocam no meio-fio. Como a abertura invade a via, para evitar cair na cratera, os carros são obrigados a invadir a contramão.